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segunda-feira, 8 de agosto de 2016

Juvenis - Currículo do Ano 2: Ética cristã para a juventude
Lição 07: A ética cristã e a violência na menoridade
Professoras e professores, observem estas orientações:
1 - Antes de abordar o tema da aula, é interessante que vocês mantenham uma conversa informal e rápida com os alunos:
- Cumprimentem os alunos.
- Dirijam-se aos alunos, chamando-os pelo nome, para tanto é importante uma lista nominal para que vocês possam memorizar.
- Perguntem como passaram a semana.
- Escutem atentamente o que eles falam.
- Observem se há alguém necessitando de uma conversa e/ou oração.
- Verifiquem se há alunos novatos e/ou visitantes e apresentem cada um.
2 - Este momento não é uma mera formalidade, mas uma necessidade. Ao escutá-los, vocês estão criando vínculo com os alunos, eles entendem que vocês também se importam com eles.
Outro fator importante para estabelecer vínculos com os alunos é através das redes sociais, adicionem os alunos e mantenham comunicação com eles.
3 - Após a chamada, solicitem ao secretário da classe a relação dos alunos ausentes e procurem manter contato com eles durante a semana, através de telefone ou email ou pelas redes sociais, deixando uma mensagem “in box” dizendo que sentiu falta dele(a) na EBD).
Os alunos se sentirão queridos, cuidados, perceberão que vocês sentem falta deles. Dessa forma, vocês estarão estabelecendo vínculos afetivos com seus alunos.
4 – Escolham um momento da aula, para mencionar os nomes dos alunos aniversariantes, parabenizando-os, dando-lhes um abraço, oferecendo um versículo.
5 – Fazendo o que foi exposto acima, somando-se a um professor motivado, associando a uma boa preparação de aula, com participação dos alunos, vocês terão bons resultados! Experimentem!
6 – Agora, trabalhem o conteúdo da lição. Vejam as sugestões abaixo:
- Escrevam no quadro o tema da aula: A ética cristã e a violência na menoridade.
- Para introduzir o estudo do tema, utilizem a dinâmica “Estamos no mesmo barco”.
- Em seguida, trabalhem o conteúdo da lição.  Lembrem-se de que vocês devem oportunizar a participação do aluno, envolvendo-o através de exemplos e situações próprias de sua idade. Dessa forma, vocês estão contextualizando o tema com a vida do aluno, além de promover uma aprendizagem mais significativa.
Tenham uma excelente e produtiva aula!

Dinâmica: Estamos no mesmo barco
Objetivo: Estudar o tema da violência social, de forma contextualizada.
Material:
Reportagens sobre diversos tipos de violência
Procedimento:
- Entreguem para os alunos várias reportagens sobre violência.
- Peçam para que eles agrupem estas reportagens por tipo de violência.
- Perguntem: Quantos aqui na classe sofreram algum tipo de violência social?
Certamente, quase a totalidade da turma vai responder que sim.
Aguardem as respostas e comecem a tabular a quantidade de acordo com o tipo de violência, por exemplo: assalto, roubo, bullying, assassinato, assédio moral e/ou sexual, perseguição, sequestro etc.
Façam uma abordagem mesmo sucinta sobre a violência doméstica, Lei no 11.340/06(conhecida como Lei Maria da Penha).
Há outra violência que não pode ser esquecida que é o Bullying, pois há crianças, adolescente se jovens sofrendo este tipo de violência dos colegas e estão calados, passando por situações constrangedoras e humilhantes na escola, e, seus pais e eles mesmos precisam denunciar  estes fatos.
Procurem informações sobre estes tipos de violência num site de busca, nos quais vocês poderão ler sobre isto.
- Falem de exemplos registrados na Bíblia sobre violência, como: Caim que matou Abel, o homem da parábola do Bom Samaritano.
- Falem: A origem da violência está no pecado e que Caim cometeu o primeiro assassinato (Gn. 6.5). 
O que podemos concluir? Abel, o homem da parábola e nós passamos por situações semelhantes, isto é, somos também vítimas de violência. A violência não é algo do mundo moderno. Estamos no mesmo barco.
Mas, lembrem-se de que Jesus está conosco no barco, quando somos surpreendidos pelas tempestades da vida. Leiam Mt 4.34 a 41.
- Agora, trabalhem sobre a violência praticada por crianças e adolescentes.

Por Sulamita Macedo.

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